quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Prêmio Saia Suja da Semana

Depois de várias semanas seguidas assistindo a notícias e imagens tristes de maus tratos e abusos contra animais, o Minha Saia é Mais Justa teve um ataque histérico nos últimos dias com a história, triste história, de Lobo - o cachorro que foi arrastado pelo carro quase até a morte. Por sorte, pessoas viram e gritaram em sua defesa, impedindo a agressão. Há dúvidas sobre se foi intencional ou não, testemunhas dizem que sim, o dono e agressor diz que não. Mas do mesmo jeito, foi o pingo que faltava para transbordarmos de raiva e indignação contra todos os que maltratam animais. 
Tomem, acabam de ganhar o prêmio que desta vez vem em forma de cilício. Agora, em vez de maltratar animais, vocês podem bater em si mesmos. Será que também sentirão prazer? 
Sempre que se fala sobre isso, alguém solta a velha e indignada pergunta "como alguém pode ser capaz de fazer isso?" A Psicologia tem algumas respostas, como o fato de que o ato de maltratar animais e sentir prazer nisso está ligado a algum tipo de psicopatia. 
Aproveitamos esse momento para manifestar a indignação também com quem divulga fotos de bichinhos agredidos. Por melhores que sejam as intenções, divulgar algo assim só promove o contrário. Quem fica olhando fotos deste tipo é só quem gosta de olhar fotos deste tipo. Quem se sente mal, quem é contra a agressão, não olha. Então para que divulgar? Assim como já ficou comprovado que a falsa denúncia é um dos meios usados pelas redes de pedofilia para divulgarem as imagens, divulgar animais agredidos só vai contribuir com quem busca isso. É um raciocínio lógico e simples. Divulguem as histórias, denunciem os agressores, protejam as vítimas. Não o contrário. 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Cine MSMJ - Paris, Je T'aime


"Às vezes a vida exige mudança, transição, como as estações. Nossa primavera foi maravilhosa, mas o verão acabou e deixamos passar nosso outono. E agora, de repente, faz frio... tão frio que está tudo congelando. Nosso amor dormiu, e a neve o tomou de surpresa. E se algo dorme na neve, não sente a morte chegar."

Agora no nosso blog, além das dicas de músicas, teremos também o Cine MSMJ! Com dicas de filmes, seriados, vídeos... enfim, só não faremos o serviço 'pipoca+coca-cola delivery', mas os pitacos e dicas, você encontrará por aqui. =]

Estreando, começo sugerindo o filme 'Paris, Je T'aime' [Paris, Eu te Amo], de 2006. Resumindo, a ideia do filme é a seguinte: foi proposto a diversos diretores de todo o mundo o desafio de escreverem curtas-metragens de cinco minutos, contando em cada uma delas uma história de amor tendo Paris como cenário. Todos estes curtas resultaram no longa-metragem Paris, Je T'aime.


O amor sob as várias formas possíveis: o amor homem-mulher, homossexual, maternal, o amor por sensações únicas, e assim vai!


Minha opinião: Tomei conhecimento deste filme quando vagava por uma locadora, e a capa me chamou a atenção. Li meio por cima a sinopse [confesso que não curto ler sinopse de nada, porque pra mim estraga a graça], e pelo pouco que li, esperava um filme nada menos do que que espetacular. Não, não é [eu não achei mesmo, haha]. A foto [preto e branco] é da cena de um dos curtas que o compõe, e que é belíssimo!! Um dos meus preferidos! Acho que são 20 curtas no total, e nesse meio aí, há uns que são péssimos [na minha opinião], tão, tão ruins que tiraram um pouco do brilho do longa. Há os que são bons [meia-boca] e os geniais! Sim, e é por causa destes geniais e belíssimos que digo: Assistam, vale a pena. =]



sábado, 5 de novembro de 2011

Os foras que eles nos dão

Kelly: Ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Foras: você já deu ou já levou. Todo mundo tem uma história pra contar. Algumas tristes, e outras pra nos fazerem rir, e MUITO! Afinal, o ser humano surpreende na criatividade quando ao invés de falar a real, cria as maiores situações pra sair de um relacionamento.
Mica: Em 99% dos meus foras de fim de namoro eu ouvi a seguinte frase “Não é você! Você é perfeita: linda, inteligente, divertida... Eu é que não quero namorar”. De tanto ouvir, eu acabei acreditando: Eu sou foda!
Kelly: hahahaha, essa coisa do "É que agora eu não to pronto pra nós dois" é a clássica, né?! Uma vez eu li uma ótima resposta sobre isso, do tipo "Aham, tá, e se eu fosse a Angelina Jolie, você diria mesma coisa??"

Mica: Né!? O lance é que eles tentam usar uma frase padrão e que não magoe. Não tem jeito de não magoar um fora, por mais racional que se seja, rejeição sempre dói. Um amigo uma vez me disse “Mica, se serve de consolo, eu uso essa frase até quando é verdade”. Acho ótimo o ATÉ! Só que é isso mesmo, parece uma frase certa a se dizer.
Kelly: Além dessa, tem outra cena clássica de um fora: Aquela em que o cara simplesmente some, desaparece! Você só se toca que tomou esse fora, porque vê o cara falando com todo mundo, menos com você. E nem pro cara aparecer e falar "...olha, não é você, sou eu". hahaha...
Mica: Essa é mais usada em rolos fixos quase namoros, né!? Quando a coisa pode virar, o cara some! Eu acho que eles correm, amarelam, treeeeemeeeeem!
Kelly: hahah, isso! Você explicou bem: esta é a clássica pros casos que 'quase viraram namoros'. Fugir dá trabalho, rapazes... não é mais fácil falar logo "olha, pensei bem e não quero agora". Eu preferiria, viu... Se for para dar um fora, prefiro jogar a real, mesmo que machuque, mas acho mais digno.
Mica: Mas ser honesto pode fechar a porta pra sempre, né!? E acha que homem fecha alguma porta pra sempre? Eles preferem o velho e irritante banho-maria. Sempre se pode contornar e pegar de novo. Eu adoro dar fora em quem acha que me deixou na reserva.
Kelly: 'Deixar na reserva'- taí outro esquema tático super na moda.
Mica: Nesse lance de reserva, tem algo que me irrita: “o fora que não é fora, mas também não é dentro”. Tipo você lança uma cantadinha (o cara disse que ganhou um vinho e você) “e quando a gente vai beber esse vinho?” aí o cara responde “um dia desses” e você se pergunta “eu levei um picote ou tá rolando!?”. Porque um dia desses é sim, mas pode ser nunca...
Kelly: hahahahaha. A arte da enrolação - muitos homens dominam. E quando ao invés de sumirem, surgem os mil compromissos? De repente o cara passa a ser muito ocupado, e tem na agenda até 'jantar com a avó' [casos verídico]. Tuuudo para não ter que olhar pra sua cara e falar que não quer. Este é do tipo que só dá notícias da sua 'super agitada vida muito looouca'.
Mica: Acho que homem não sabe falar não. Como dissemos, ninguém é obrigado a gostar de ninguém e vai doer de qualquer jeito. Então pra que evitar e ficar criando artifícios? Eles acham mesmo que a gente não saca!?
Kelly: hahaha, boa pergunta! Na verdade, depois que eles conseguem se livrar da gente, acho que eles nem se importam se sacamos ou não, nos tornamos 'página virada' e pronto. OK, mal sabem eles os nomes que ganham depois por conta disso. Afinal, nós mulheres somos craques em xingar. Eu assumo que faço isso bem, nem que seja só na fofoca com as amigas, mas o cara ganha nomes que ele nunca nem imaginaria ou gostaria de ouvir, hahah
Mica: Nossa lembrei de mais um, o fora de 'playba na balada'. Tem cara que se acha né!? Muito, muito. Aí o cara é bonito, está ali expondo a figura na balada e tal. Olho. O cara vira a cara igual modelo quando chega no fim da passarela. Parece até que foi uma ofensa. Eu racho com Barbie assim. Porque cara que faz isso é muito Barbie.

Kelly: Tem o 'fora do cara que namora, mas que fica dando em cima de você'. Soa esquisito isso, mas o que tem de cara nessa situação que fica em cima! e daí, se você é legalzinha, ele já vem com o papo "ah, eu namoro, amo a minha namorada e bla bla bla", mas não sai do seu pé nunca!! Isso aí é filha da putagem das grossas.

Mica: Tem mesmo! Merecem uma voadora.
Kelly: Teve uma época, que mulher era muito criticada quando dava aquele fora "Eu sou legal, não to te dando mole". Revolta masculina justa. Porém, acho que eles aderiram a dar uma dessas também. É parecido com o lance do cara que namora, porém, a diferença é que este tipo NÃO namora. Ele fica em cima, e quando você dá bola, ele vem com o papo de que você confundiu as coisas... na maior linha 'Fui legal, pô, não tô a fim de você'. Dá nojinho.
Mica: Ah, o “você está confundindo as coisas” é clássico. Foi um dos primeiros que ouvi, quando não tinha muita prática e só cantava os caras mais próximos mesmo. Acho possível a confusão, mas em muitos casos eles se deliciam com a situação. Aquele velho prazerzinho de dar bola mesmo sem querer a garota e quando ela está no esquema, dar o fora. Sadismos. Trabalhamos. Mas quer saber? Acho que esses caras são gays. Porque é muito gay se deliciar em dar um fora numa mina. Dá para ouvir o pensamento do cara “sua mocréia”. E olha que já levei foras bem mais dignos de gays, tipo “ah se eu gostasse com certeza te pegaria, você é linda”!

Kelly: Tem também o 'fora-repassa' hahahah. Vou explicar: Você dá o fora primeiro, daí o cara fica tão puto que começa a agir como se fosse ELE quem tivesse dado o fora. Na cabeça dele, ele inverte a situação e começa a te tratar até com dó... Geeeente, este fora é maquiavélico! Você fica numa situação ridícula.

Mica: Nossa eu passei pelo contrário! Tomei o fora e até hoje o cara age como se ele tivesse tomado! Já ouvi até coisas do tipo “depois de tudo que você me falou, de tudo que você fez” EU!? Hilário. Pra não doer, temos só que lembrar, é sempre esse o espírito - “Vamos tomar um fora hoje?”.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Neverland

Mica: Morar sozinha é o paraíso e o inferno na terra. É gratificante chegar em casa e encontrar todas as coisas exatamente onde você deixou. Mas é chatíssimo cuidar de tudo sozinha.

Cláudia: Não é tão gratificante assim, quando se trata da louça suja, da cama desarrumada. O ruim é que a vez de lavar a louça é sempre sua. Se bem que arrumar a cama, é um negócio que eu nunca entendi a finalidade; Pensa comigo, se você vai dormir de novo daqui umas horas pra que arrumar a cama???? Já tentei explicar isso tantas vezes para minha mãe e ela insiste em não entender.

Mica: Uma vez me meti a fazer aula de artesanato. A turma era eu e 6 velhinhas super engraçadas. Um dia uma delas me disse que se não arrumasse a cama, o anjo da guarda não acordava. E a Mica aqui solta “vish que faz 29 anos que o meu tá dormindo!” Não arrumo cama, só em dia de visita e só porque é em cima da cama que as visitas colocam as bolsas rs. Mas a louça não me incomoda, porque é sempre a minha vez, mas nunca tem ninguém me enchendo porque eu ainda não fiz. Faço quando eu quero e sem cara feia ou regras.

Cláudia: O bom é que você pode exercer várias profissões, eletricista, encanador (hoje mesmo arrumei minha máquina de lavar, me achei o máximo), faxineira, cozinheira, dedetizadora e por ai vai . Esse é o preço da liberdade mas eu pago sorrindo.

Mica: Nossa eu já sofri muito com essa coisa de chuveiro queimado, aparelhos quebrados, quadros que precisam ser pendurados... tudo aquilo em que penso “ai preciso de ajuda” e não tem ninguém pra me ajudar. Minha mãe faz tudo, fico impressionada. Pedi pra ela me ensinar, principalmente a usar a furadeira! Acho digno.

Cláudia: É na hora que quebra, eu sento no chão e choro, choro e choro e penso, isso só acontece comigo, porque o chuveiro tem que parar de funcionar bem nesse horário??!?! Porque meu Deus???? Quem vai me ajudar??? Dai eu paro respiro e respondo: - Como assim quem Cláudia? Tem outra pessoa aqui além de você???
Mas me fala Mica, a pior parte são os monstros que aparecem do nada voando pela janela né??? Você pensa MY GOD que bicho é esse????? Quem vai me ajudarrrrr????

Mica: É depois de anos morando sozinha já aprendi: pague quem faça. Adoro os maridos de aluguel da vida. Mas os monstros que invadem a casa são um castigo, uma perseguição! Eu já enfrentei ratos cantores, invasão de baratas voadoras, gafanhotos sanguinários, moscas mutantes, abelhas assassinas, vespas insandecidas...

Cláudia: Minha pior experiência foi com um beija-flor, sim um beija-flor (eu tenho pavor, pânico de bichos com pena), eu estava em casa e esse bicho entra voando pela sacada, ficava voando perto de mim, eu gritando desesperada, até que consegui abrir a porta do apartamento e sai correndo. Fiquei horas sentadas na escada, esperando alguém chegar e me salvar daquele bicho horrível. huahuahuaha

Mica: “Tadinho” do beija-flor. Isso tudo me irrita, dá nervoso, eu grito e choro. Mas acho que o pior de tudo de morar sozinha, é ficar doente. Eu me sinto abandonada. A solidão fica enorme. Choro horrores. Fico com dó de mim. Como se faz um chá, quando se está com virose e só de ficar em pé dá vontade de vomitar? Como se vai ao médico sozinha?

Cláudia: Nossa a solidão é cruel, ela intensifica-se nos domingos a noite, na TPM. Mas o lado bom é que datas como Natal, Ano novo e aniversário são dias comuns como qualquer outro, aprende-se que todo dia é especial e único. E a saudade é o maior desafio que você tem que superar, ou pelo menos tentar

Mica: Eu reclamo destas coisinhas, mas concordo com você, morar sozinha faz aprender muita coisa. Eu gosto essencialmente da liberdade. Agora por exemplo começou a tocar Foo Figthers na TV e eu aumentei um montão o volume. Não tem ninguém aqui para gritar “abaaaaixa essa TVeeeee!”. Eu funciono melhor sozinha, eu me concentro mais em mim. Quando moro com alguém, eu me misturo muito com o outro e me perco um pouco.

Cláudia: É complicado morar com outras pessoas. Ter que acordar de manhã e dizer bom dia ( detesto pessoas felizes de manhã). Eu tenho pra mim, que deveria ser proibido manter diálogo na primeira meia hora que acorda. Será que eu tenho problema???

Mica: Não. Mas quem mora sozinho costuma ficar inflexível mesmo. A questão é que acreditamos que temos todos os direitos do mundo, afinal, no templo em que transformamos a casa, temos mesmo. Aí as pessoas chegam e querem nos tirar isso! Absurdo!

Cláudia: hahahahahahhaha verdade. Minha casa minhas leis… ditadora nada né? Mas o melhor de morar sozinha é isso... Não ter horários, não ter rotina, não ter obrigações. Tudo é no meu tempo, na minha hora e do meu jeito… Notem o tanto de MEU que eu escrevi, tsc tsc tsc taurina é assim mesmo.

Mica: É, virginiana também! No entanto, não precisam ficar com medo da gente, para festas, a casa da amiga que mora sozinha é sempre a melhor pedida! ; )

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pra esse eu tiro a saia: Al Pacino

Pra esse eu não só tiro a saia, como ofereço meu dedo anelar esquerdo. Pra você eu digo SIM, Al Pacino.

Eu tenho um FASCÍNIO tão grande por esse cara, que eu desgosto de qualquer coisa que eu fale segundos depois, porque tudo fica pequeno perto dele...
Eu sempre o achei bonito. Mas confesso que a paixão surgiu quando assisti a trilogia do 'Poderoso Chefão'. Pela atuação que dispensa comentários, por todo o charme que ele esbanja ao interpretar o Michael Corleone [e que charme]; não sei, depois desse filme passei a olhá-lo com outros olhos e pronto.

Olhe bem pra esse rosto. Vai me dizer que diria 'não'?!

A atitude, a personalidade, o charme único, a postura de macho, do tipo que não precisa nem abrir a boca pra me deixar totalmente hipnotizada. Bastaria olhar, como só ele sabe fazer. (...)

Mas vocês podem achar que eu to confundindo as coisas, que minha paixão é apenas pelo Michael e não pelo Al Pacino [ok, eu amo o Mike]... Mas não para por aí. Olhem a foto abaixo agora, onde ele aparece com um visual totalmente diferente. Pra mim, continua lindo demais. Meio largadão, cara de cafajeste. Como me atrai, ai...

Al Pacino, no filme 'Serpico'.

Aposto que este 'Pra esse eu tiro a saia' pegou muita gente de surpresa. Afinal, estou falando de uma beleza retrô! Mas um cara desses não pode passar desapercebido.
Hoje ele já está com 71 anos. Tá meio acabadinho, porém ainda charmoso... afinal, charme não passa com a idade. E pra mim, homem charmoso ganha de qualquer bonitinho-perfeitinho.

É isso.