sábado, 26 de novembro de 2011

Os foras que nós damos.


Vocês homens acham que são os únicos que dominam a arte dos foras e do enrolation???? NOT. Mulher quando quer, sabe desempenhar muito bem esse papel,  diríamos que até com mais classe e criatividade.

Cláudia: Acho que até desaprendi a fazer isso, de tantos fora que eu tenho levado ultimamente.

Mica: Eu sou muito rígida pra dar fora. Como detesto que me deixem no banho maria, se corto um cara é porque não há a menor possibilidade e costumo deixar isso muito claro. Em namoro, eu dei fora uma única vez. Depois de dois anos cheguei e disse “eu não gosto mais de você, quero sair com minhas amigas, curtir, não estou mais feliz.” Depois de uns dias ele me procurou super tristinho. Acabou comigo, falou mil coisas. Eu só disse “Você tem toda razão, é isso mesmo que eu sou, melhor me esquecer”. 

Cláudia: Em namoros quando existe sentimento, eu prefiro que terminem comigo, do que ter que terminar. Detesto fazer as pessoas sofrerem, sempre entrei com a bunda eles com o pé. BUT vou confessar uma coisa, eu não descarto logo de cara não, sempre dou uma verificada no terreno antes de dar um fora, vai que eu estou me precipitando.  Mas não chego ao nivel de ser uma cozinheira. Na verdade eu só cozinho o cara quando eu não sei se quero ou não, dai eu assumo, faço uma panqueca boa hahah. 

Mica: Meu sonho é ser cozinheira! O lucro é maior e ninguém fica te achando cruel. Mas eu tenho o defeito de, como odeio ser cozinhada, não consiguir cozinhar ninguém. Eu tenho mania de achar que é mais justo falar o que sinto. É mais justo sim, mas ninguém faz isso. Agora em balada, meus foras são mais engraçadinhos. Como numa festa da faculdade em que um cara me laçou pela cintura e era tão alto que fiquei na ponta dos pés. Eu toda rocker, sendo agarrada por um peão de frigideira na cintura e chapéu na cabeça... Ele perguntou “Você estuda aqui?” (a festa era na UNESP, minha faculdade) E eu “Sim. E você estuda na UNIMAR.” “Como você sabe?” “Porque já vai agarrando!” e fiz cara de nojo empurrando ele. O melhor deste fora, foi ouvir a risada dos amigos dele. 

Cláudia: Acho que deveríamos dar umas dicas para nossos amigos perceberem quando o relacionamento ou um futuro relacionamento está fadado ao fracasso. Por exemplo: Quando o cara convida a guria para sair e ela chama 50 amigas para ir junto, corre amigo, vaza porque ela NÃO te quer.

Mica: Eu já fiz isso por pura insegurança... Não saquei se era namoro ou amizade e levei uma comparsa pra qualquer eventualidade. Mas se ficou claro que é encontro, levar amigas é tirar o corpo fora mesmo. Tem o fora sabonete. Aquele que a mina é super lisa e não há cantada que pegue. Você canta, ela educada escorrega e nada rola. Isso é um fora. Não adianta tentar 30 vezes achando que uma hora ela perde a vergonha. Não é vergonha,  é fora delicado mesmo.

Cláudia: Ahh tem aquele, que o cara te manda mensagem dizendo que está na porta da sua casa, e você apaga todas as luzes pra fingir que está dormindo. Meu amigo, um bom jogador sabe a hora de tirar o time de campo, e se aconteceu isso com você, essa é a sua hora.

Mica: Ah o fora “morta de cansada” né!? Em 99% dos casos é desculpa. Assim como os meninos, mulher não troca uma boa ficada por sono. Sono se recupera depois. Se ela prefere dormir, esquece. 

Cláudia: É aquele história, quando a pessoa quer, ela vai até para o japão a pé! Não tem dor de cabeça, resfriado nem sono que atrapalhem. 

Mica: Mas com mulher nada é simples né!? Como o fora “não te quero nunca mais, só que ao contrário”. Geralmente usado para descontar alguma raivinha causada pelo bofe, uma forma de fazer ele olhar para o que está perdendo e valorizar. Eu gosto de chamar esse de “fora educativo”. E não reclamem meninos, dá certo. 

Cláudia: Outro passa fora muito comum; é aquele que o cara está em uma balada, barzinho ou qualquer local, e o ex namorado da pretendente esteja. Mulher que é mulher vai dar uma usadinha no fofo, mesmo não estando afim só para fazer uma cena para o finado, mas logo em seguida virá um fora do tipo. ‘Desculpe mas eu ainda não estou pronta para me envolver com outro’.

Mica: Isso me fez lembrar do esquema Credicard. Quando você consegue enfim superar o fora, se produz, vai pro mesmo churrasco que o ex, e se torna a atenção da festa. Inclusive para os amigos dele. Vai embora sem ficar com ninguém, rindo, porque a “a cara de bobo do seu ex-namorado, não tem preço!”. É quase como dar um fora. 

Cláudia: hahahhah isso deve ser muito bom. Um dia preciso experimentar essa sensação.
Mas sabe qual é o pior tipo de fora??? Na minha humilde opinião, é o cara estar a noite toda investindo na guria, colocando em prática toda a sopa de letrinha que ele tomou no jantar, dai ele sai 5 minutos para fazer aquele xixizinho básico e quando volta, a donzela cobiçada está nos braços de outro,  essa é cruel ( Já fiz isso uma vez). 

Mica: Mas completamente compreensível, pois em 90% dos casos, ida ao banheiro significa “dar um perdido”. Os outros 10% se dividem entre “ele quer mesmo ficar com você” e “ufa! até que fim me livrei do chato!”.

Cláudia: hahahahhaha esse nem era o “ufa um chato” mas pra ficar no momento não rolava.  Sabe Mica, agora falando nesse assunto eu cheguei a uma conclusão. Eu me encaixo na definição de pessoas cozinheiras, acho que eu cozinho os homens. Olha só, descobri uma coisa que eu não tinha me dado conta. Eu não quero, mas também não largo o osso. Que triste né?

Mica: Nãoooo. Eles fazem isso com a gente, alguém tem que equilibrar esse Karma! 

Cláudia: Então, acho que essa parada de ser cozinheira é melhor, pois você não fecha nenhuma porta. Olha aeee o porque da minha grande dificuldade em me lembrar dos foras, eu sempre dou uma enroladinha para garantir o futuro, por conta disso os foras não ecxistem ( não que eu me lembre) 

Mica: Né!? Vantagens, há muitas vantagens na gastronomia. Mas eu sou colecionadora:  figurinha repetida não completa o álbum. No máximo dá pra bater um bafo, se não estiver rasgada e nem for muito manjada. 

Cláudia: Ahhhh sim caminhar só pra frente. Não tenho hábito de ficar rebobinando a fita não. Prato requentado não me apetece 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pra esse eu tiro a saia - Wagner Moura


Esse é  Wagner Moura ou o Capitão Nascimento, como sua fantasia permitir e desejar.



Cara de mau, olhar de mau e uma voz que faz qualquer mulher arrepiar todinha.


Pra ele eu tiro a saia, a blusa e qualquer coisa que ele quiser... 


Sobe o morro aqui de casa sobe, vem mostrar quem manda aqui!!!!!


domingo, 20 de novembro de 2011

Entrevista do mês: Gabriel Aleixo

Kelly: Somos amigos há mais ou menos 7 anos. Seu nome é Gabriel Aleixo Prata, mais conhecido como 'Aleixo'. Tem apenas 23 anos de idade e muita história pra contar.. Aleixo é o entrevistado do mês do MSMJ.

Primeira pergunta que não quer calar: Quem é o Gabriel Aleixo?

Aleixo: O Gabriel é um ser que ficou perdido no passado faz uns 15 anos. Ainda quando era novo, na escola, chegou num ponto em que minha turma tinha 3 ‘Gabriéis’. Aí sim, eu virei o Aleixo que todos conhecem.

Mica: E ser Aleixo te define? Muda alguma coisa o Gabriel ficar guardado no documento?

Aleixo: Apesar de ser algo simbólico, acredito que mude na prática sim. Adoro meu nome como um todo, mas Gabriel é algo tão normal que chega a ser genérico. Gosto que me chamem pelo sobrenome, pois dá um tom particular que eu sempre busco em mim. Autenticidade é sempre importante, né. Não no sentido de fazer questão de ser diferente ou “ter estilo”, mas como uma busca legítima de fugir do ordinário. Sempre me defini por meus gostos diferenciados, seja pela música, pelos filmes ou pelas pessoas! Mas o Gabriel ‘genérico’ do passado é uma marca bem bonita da infância, daquele passado em que a simplicidade sempre basta.

Kelly: Aleixo, você é mineiro mas atualmente mora no Rio de Janeiro e já passou também pela Inglaterra. Como tem sido a experiência de mudar de cidade e país nestes últimos anos, e o que isso acrescentou para o Aleixo de hoje?

Aleixo: Essa pergunta é bem interessante. Eu nasci e vivi em Juiz de Fora até os 18 anos, quando então me mudei buscando oportunidades acadêmicas melhores. Mas aqui faço uma ressalva, JF é uma cidade universitária e tem ótimos cursos. Acontece que, talvez pelo espírito aventureiro ou ‘alternativo’, eu fui gostar do que é melhor em outros lugares! Em um mesmo ano (2007), eu morei em 3 cidades diferentes. Juiz de Fora, Itajubá (no sul de MG) e Rio de Janeiro, essa última pra qual vim, me apaixonei e fiquei. É interessante, motivador e desafiador mudar de cenário tão rápida e bruscamente. Tive que fazer e refazer amigos e, curiosamente, passei a me conhecer melhor mais do que aos outros. Nessa situação, você percebe o que te atrai de verdade nas pessoas. Mais do que uma afinidade de gostos ou condutas, acredito que são os valores e o ‘jeito’ mesmo! Na Inglaterra, infelizmente foi só passagem. No entanto, ver o mundo “de fora” é uma experiência fantástica, mais do que recomendada.

Mica: O que estudou?

Aleixo: Fui a Itajubá iniciar o curso de Engenharia Mecânica. Chegando lá, dediquei meu tempo muito mais a uma organização chamada AIESEC do que à faculdade em si. Isso me despertou o interesse por Economia e Administração, pois eram áreas cobertas pela atuação dessa organização. Logo, vim ao RJ e cursei, por 3 anos, Economia na Fundação Getulio Vargas. Nesse ano, pedi transferência e terminarei a graduação em Administração! Mas, dessa vez, prometo: vou até o fim!

Kelly: O fato de você ter mudado para Administração tem a ver com a BrouBier? Aliás, vamos explicar aqui para os leitores, o que é a BrouBier?

Aleixo: A minha mudança para o curso de ADM tem a ver com o espírito empreendedor e demais interesses que desenvolvi ao me ver frustrado com o curso de Engenharia. A passagem por Economia, por mais que tenha sido interessante - trata-se de uma ciência que muda radicalmente sua forma de enxergar o mundo - não teve tanto sentido prático. Eu fui fazer Economia só porque, supostamente, é um curso mais “sério” do que Administração. Hoje, bem mais maduro, vejo que não tem nada disso. Sobre a BrouBier, o caso é interessante. Apesar de ter começado a beber meio velho (aos 18 anos), pros padrões, apaixonei-me pela cerveja. Daí, entre conversas técnicas com um amigo de infância que me iniciou nesse mundo e a sugestão de um professor de História Econômica (!) da faculdade para que eu fizesse um curso e virasse cervejeiro caseiro... nasceu a BrouBier! É uma confraria formada por mim e mais 3 colegas. Enfim, good beer no shit! Amizade, cerveja e paixão por fazer as coisas artesanalmente. É basicamente isso, fazemos boas cervejas nas nossas próprias casas. Diferentes estilos, sensações novas, tudo bem interessante. Não dá pra negar as pretensões de profissionalizar a atividade, até porque o mercado cresce loucamente, mas hoje ainda é algo intensamente ligado ao prazer de criar algo próprio, um hobby.

Kelly: Dá mesmo pra fazer cerveja em casa e sair algo de boa qualidade?

Aleixo e os amigos dando um
 'brou' em comemoração!
Aleixo: O RJ é uma cidade privilegiada para quem quer aprender a fazer cerveja. Os melhores professores dessa arte milenar estão aqui. E é uma opinião geral, não estou puxando o saco dos meus “mestres”. O curso é livre e totalmente voltado a leigos. Para se ter idéia, o meu professor foi (e ainda é no dia a dia hehe) o Leonardo Botto. Advogado por formação e, hoje, vive totalmente dedicado a serviços que envolvem a produção artesanal de cerveja e a formação de novos cervejeiros. Além dele, há outros dois ótimos cursos na cidade e muitos espalhados pelo Brasil. Infelizmente, ainda é - até certo ponto - um negócio de “nicho”. Mas cada vez mais pessoas descobrem esse prazer. Ainda seremos como os EUA - ou melhores, onde mais de 1 milhão de pessoas fabricam sua própria cerveja em casa! As cervejas saem bem melhores do que as que estamos acostumados a tomar no barzinho, sem contar que você faz a coisa totalmente de acordo com o seu gosto. É excelente não ter que ficar preso à ‘loirinha gelada’ que, por mais que tenha seus momentos, não é a única opção. Doce, amarga, suave, alcoólica, torrada, frutada, clara, escura... Você quem escolhe! Os equipamentos exigem um investimento inicial, mas são coisas normais e acessíveis.

Mica: Aleixo, mesmo sendo um hobby, você vende as cervejas que produz?

Aleixo: Essa pergunta sempre é feita a nós e a resposta é simples e direta. Se sobrasse cerveja,  nós venderíamos! Mas, no nível atual, nós e os amigos próximos damos conta de tudo o que é feito. Justamente para contornar o problema estamos em “obras” e a capacidade de produção será dobrada em Dezembro. De qualquer modo, a venda formal exige o uso de equipamentos profissionais e registro de receitas no Ministério da Agricultura (por mais que alguns estabelecimentos não liguem muito pra isso, principalmente em cidades de interior). No futuro, é um projeto, sem dúvidas. Mas hoje o nosso pagamento é em orgulho, ao ver os elogios dos bebedores, e diversão, durante o processo! Amigos e cerveja, não tem como dar errado.

Mica: Soube que além de se arriscar como mestre cervejeiro, você também se arrisca na poesia...

Aleixo: Como dá pra perceber, eu gosto é de criar. O que, não importa tanto. Por mais que, obviamente, eu me foque no processo criativo daquilo que me chama mais atenção. A poesia já esteve mais forte na minha vida. Eu sempre gostei de escrever, mas esse negócio de poesia começou com uma brincadeira no Ensino Médio. Eu escrevia coisas absurdas, com aquele tom modernista que encanta qualquer estudante adolescente, os amigos gostavam, distribuíam folhas arrancadas de caderno entre si com os rascunhos e, curiosamente, pediam mais. Depois de um tempo, passei a (tentar) escrever sério e até criei um blog aposentado. Aquilo era muito mais um diário do que uma expressão aberta de sentimentos, tanto que nunca o divulguei muito! Hoje, meu tempo de produção artística é quase que integralmente dedicado à música. Acredito que, por essa ser uma arte abstrata, abarque melhor os sentimentos que eu busco e transmito atualmente.

Mica: Qual instrumento você toca? Compõe também?

Aleixo: Eu toco tudo que tenha teclas. Na atualidade, muito mais o piano do que o teclado ou a escaleta. Basicamente, eu componho. Raramente tiro música de outros artistas. Quando gosto de uma música, prefiro ouvir a original. O propósito do compositor está colocado muito melhor ali do que em algo que eu poderia fazer por cima. Mas não sou radical com isso, apenas acho que não levo jeito pra coisa. O tempo me tornou um músico muito informal. Quando eu comecei a brincar com o jazz, aí que a coisa se perdeu de vez... O improviso e as composições próprias tomaram meu “repertório”.

Kelly: Você escreve poesias, toca piano e o que poucas pessoas poderiam imaginar, é que você também escuta rock pesado. Como você consegue, englobar toda essa complexidade de estilos e sensiblidade?

Aleixo: É a esquizofonia, né. A playlist aqui vai de Ella Fitzgerald a Burzum. Como eu disse lá em cima, em relação a pessoas: com o tempo, você descobre o que te chama a atenção nas coisas. Mais do que a forma ou a superfície, acredito que seja a essência, o “jeito”, o que define aquela coisa como X e não Y. E, pra mim, o mesmo vale pra música. É uma linguagem, a mais abstrata que temos na arte. Se você entende as diferentes linguagens que a compõem (seja o jazz, o death metal, o rock progressivo, o samba ou o pop), você percebe o sentimento por trás daquilo independente da estética, da superficialidade. E isso é lindo! Enfim, a sensibilidade vem do fato de eu sempre ter sido um cara bem cabeça aberta. A vida toda sempre lidei com todo tipo de gente, do mais playboy ao mais Barizon (o metaleiro vagabundo do Hermes e Renato). Aprendi a ver como cada pessoa expressa seus sentimentos e expectativas e peguei um pouco do gosto de cada uma. Claro que com pequenas ressalvas, impostas por puro e simples bom senso.

Kelly: Falando de pessoas, quem te conhece sabe o doce de pessoa que você é. Sempre trata os amigos com extremo carinho e tem os melhores conselhos do mundo! Diga, como um 'garoto' conseguiu amadurecer tão cedo para ter uma visão tão bem formada da vida?

Aleixo: Ah, isso é uma visão sua. Cada um empresta às coisas o ouro que possui... Se você vê assim, é porque me trata da mesma maneira e eu apenas retribuo. Mas, brincadeiras e poesias à parte, um amigo me disse uma coisa que até hoje acredito me definir bem. Ele falou que eu pareço ter subido a montanha, pensado em tudo e sempre ter alguma coisa relevante pra comentar sobre essas questões da vida. Acho que é a solidão auto-imposta mesmo. Passo muito tempo só, em boa parte por escolha (e por morar sozinho, claro), e nessa situação é inevitável confrontar a si mesmo e ao que te cerca. Descobrir seu ‘dark side’, os sentimentos que te tomam nos momentos de maior necessidade. Se existe algo que eu chamo de maturidade é isso, entender toda a fraqueza e a miséria que cercam as pessoas e conseguir aceitá-las. A partir disso, tudo fica bem bonito. Realismo e poesia combinados ao extremo haha!

Muitas BrouBiers prontas para o
consumo!
Dicas do Aleixo para quem se interessou pela cerveja artesanal. Ele também se dispôs a conversar, é só o procurarem.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

SWU, rock e amizade


Dias atrás, maior galera comentando do festival SWU e eu naquelas 'vou, não vou'. Até que apareceu uma oferta pro ingresso, que eu não pude recusar, haha… coisas da dona Mica, né, que bancou o 'Poderoso Chefão' e 'make an offer that I can't refuse', hahah
Mica: O que ninguém sabe é que eu tentei conseguir 3 ingressos para cada dia e, teria conseguido se não ficasse doente na quarta. Eu queria uma super cobertura do Minha saia é mais justa lá no evento, além de poder conhecê-las. Como veio só uma parte, foi o que deu pra fazer.

Tirada assim que chegamos, para provocar o Merengue.
 Assim sendo, me mandei para Paulínia no dia 14, e lá fui eu me encontrar e conhecer pessoalmente minha companheira de blog! A atrapalhada aqui, claro que tinha que pegar o ônibus não combinado, e dei um trabalhinho aí pra Mica, hehe… e enfim, ela foi me buscar e, gente, que máximo que foi! Você conversa pela internet com uma pessoa por tanto tempo, e fica imaginando como será que é a voz da pessoa e aquelas coisas todas, haha e eu achei um barato porque a voz da Mica era exatamente como eu imaginava. *-* 
Mica: Foi mesmo emocionante. Foi só então que eu me toquei que tenho um blog com pessoas que eu nunca vi na vida e que, por isso mesmo, elas sabem mais de mim e da minha vida que muitas que me veem todos os dias. 

O festival foi lindo. Eu vi muita gente na internet metendo o pau nisso e naquilo... Bom, eu fui um dia só e gostei do que vi. Tiveram pontos negativos, mas que pelo menos pra mim, foram poucos e não me tiraram o entusiasmo de estar lá. O que foi mais trash mesmo, foi a chuva que caiu sem parar e a lama. E mesmo com as capas de chuva, o rosto molhava, o tênis ensopou, delícia pura. Mas, eu ando tão zen ultimamente que de verdade, isso não me estressou nem um pouco. Claro que a chuva foi chata pra cacete, mas penso até que poderia ser pior… poderia estar trovejando e caindo raios, e pelo menos isso não tivemos [ainda bem, porque eu tenho medo, assumo]. 
Sonic Youth, Kim Gordon no telão.
Agora, só com shows espetaculares assim pra eu ficar debaixo de chuva por horas sem estressar: Sonic Youth, que me deixou hipnotizada. Megadeth, que mesmo eu não sendo fã da banda, me senti contagiada pela energia dos fãs da mesma. Stone Temple Pilots, aaaaaaaaah, eu curto a banda e vê-los ao vivo e curtir as músicas que eu ouvia num cd foi muito pra mim. Alice in Chains, digo o mesmo! Só que Alice in Chains pra mim, foi um caso a parte, porque era uma banda que eu nunca acreditei que veria na vida, então, quando eles subiram no palco, eu fiquei fora de mim, fiquei possuída, hahah. E por fim, Faith No More, banda que eu não conheço muita coisa [só as músicas mais famosas] e paguei um pau hard para a presença de palco do Mr. Mike Patton! Que que foi aquilo? Fiquei boquiaberta.
Mica: Foi mais ou menos igual para mim, mas eu tirei a prova de que não gosto de Faith no More, principalmente depois que o Mike Patton virou pai de santo. 

Eu sou apaixonada por música e quando posso, vou nos shows das bandas das quais sou fã, e como disse para um amigo: até hoje, nunca saí de casa e voltei decepcionada. É difícil até dizer qual o melhor show da minha vida, porque fui em tantos que foram especiais pra mim, que esta é uma pergunta difícil. E o SWU entrou para esses dias especiais da minha vida. Sem contar que, este festival teve um diferencial: o número de homens bonitos ali. 'Meldels'!!! hahah… tinham vários lá que mereciam uma participação na sessão 'Pra esse eu tiro a saia', hahaha… A Mica estava lá, e sabe que não é exagero da minha parte, hahah
Mica: Não. Não é exagero nenhum. Muito homem bonito, muito homem bonito livre, leve, solto e molhado. Foi a prova de que vou aos lugares errados, porque em balada rocker tem caras assim e... eles me paqueram! Fazia tempo que não era tão paquerada assim rs. 

Enfim, voltamos do festival, fui para a casa da Mica, que me recebeu tão bem, que só tenho a agradecer o carinho. Sabe quando você fica com vontade de ver a pessoa de novo logo? Então! É isso. =) Voltei para a casa com um sorriso no rosto. Agora, só falta encontrarmos com a outra companheira de blog: a Claudinha. =)
Mica: Bora organizar a confraternização de fim de ano do blog? Uh Tequila!

sábado, 12 de novembro de 2011

Pode ser ou tá difícil?


Quem nunca foi em uma balada e não se deparou com alguma daquelas cantadinhas de pedreiro?! Aquelas do tipo 'E aí, gata, o que esse bombonzinho está fazendo fora da caixa?' Vai que cola né?? Tem algumas que são pra cabá com o pequí do góias, mas tem outras que até dá pra perder uns minutos pela criativade.

Cláudia: Fui em uma festa à fantasia ano passado, e o cara chegou em mim e entregou uma colher. Daí eu fiquei meio sem entender e tive que perguntar: 'Pra que essa colher?', ele responde 'É porque eu estou te dando sopa!' hahahhahaha, foi criativa, mas nem tanto para me ganhar de brinde, rs

Kelly: A cantada que mais fácil me vem a mente é 'E aí, gata, tem namorado?', dãr. Qualquer cantada que o cara envolva a palavra 'namorado' no meio, eu já penso que o cara é um bundão, que tá investigando antes porque já tá com medinho de levar uma 'cóça'. =P

Cláudia: Realmente Kellynha, homem que chega assim, já demonstra que é faixa branca no item cantadas, paqueras e afins. Homem faixa preta, descobre de outro jeito.

Kelly: Também acho, Claudinha. Moleque que fala isso. Outra péssima é aquela 'O que uma garota bonita como você faz aqui sozinha?'. Muito dãaaaar. 

Cláudia: Uma vez em uma balada, passei por um cara, ele me parou e olhou bem no fundo dos meus olhos e disse: 'Sabia que eu beijo bem?', eu respondi 'Ah, é? Deixa eu ver se é verdade!' huahuahuahuahua. Gente se o beijo era bom eu não lembro, mas nós caímos no chão. Ele caiu de costas, sabe? E eu por cima dele. Xentem, que bafão, abriu uma roda e nós lá no meio. Minhas amigas onde estavam??? Do outro lado da balada morrendo de vergonha, ninguém me ajudou. 

Mica: Ui! Eu te ajudaria a cair, Clau! Quando minhas amigas caem em balada eu rio e caio junto, tentando levantá-las. Uma coisa comum, que escuto nas baladas, é o 'Eu estou te olhando a noite toda'. Em alguns casos é verdade, o cara estava por ali a noite toda. Em outros pode até ser, mas eu nem lembro do cara. Acabo sempre soltando um 'é? nossa nem te vi', mesmo quando é mentira. O engraçado é que a resposta é algo do tipo 'desde a fila' ou 'desde a entrada', sempre.

Cláudia: Essa daí não cola comigo não, eu já falo 'se olhou a noite inteira, porque só apareceu agora????' Ahh vá, né?!

Kelly: Uma coisa que também não gosto, é quando o cara já vem pegando em mim, me agarrando. Se for um Beto Lee da vida, ok, mas como nunca é, então sai fora! hahahaha 

Cláudia: Voltando da faculdade um dia, passou um bêbado de bicicleta e gritou assim 'Aoooo lá em casa na minha caminha de solteiro', nesse dia eu ri! hahahahhaha

Mica: Dessas eu já ouvi o velho “nossa você não anda, você desfila!” Achei gay.

Kelly: To lembrando de uma vez que eu tava dançando na formatura de uma amiga minha, ao som de Lady Gaga. O cara chegou na minha frente e começou a dançar também, daí falou no meu ouvido 'Olha, eu não tenho a mínima ideia de como dança isso aqui, mas se for pra ficar com você, eu danço'. Levou. hahahahahahhah

Cláudia: Tem umas que de tão ruins, acabam se tornando boas.

Mica: Achei o Lady Gaga fofo, me levava também!

Kelly: Pois é, foi corajoso e não teve medo do ridículo. Curti! Na verdade, to lembrando de outra situação que o cara começou a dançar junto e levou também. Óia só, to percebendo que eu caio nessa 'facin. hahaha não precisa nem falar muito. =P

Mica: Ah, dançar junto tem seu charme mesmo! 

Cláudia: Outro dia me falaram do meu perfume 'Nossa você tem cheiro de chocolate'… daí vocês já imaginam qual foi a sequência da cantada, né?? Que dava vontade de me comer todinha! hahahhahahaha

Mica: Pedreiragem detected! 

Cláudia: Mas era amigo, então não levamos na maldade.

Kelly: To lembrando de outra tão ruim, que dá até desânimo. Aquela que o cara não sabe o que falar e começa a fazer perguntas do tipo 'Você é de onde?' (???) Ai, o que leva um cara fazer perguntas desse tipo? Fica parecendo entrevista de emprego. Dá vontade de falar 'Cala a boca, porra!'. 

Mica: É questionário de crediário, né!? Oi, nome? onde mora? trabalha? estuda? o que? onde? legal. Acabou a conversa.